O terminal atua como ponto de captura de transações com cartão no atendimento de clínica. Aceita débito, crédito, aproximação (NFC) e links para cobrança remota. O dispositivo comunica-se com adquirentes para autorizar e registrar a venda no momento do atendimento.
Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, R$ 3,31 trilhões foram transacionados em 2022 no país, o que reforça a necessidade de aceitar múltiplas formas de pagamento em serviços de saúde.
O uso do terminal reduz manuseio de dinheiro e oferece visibilidade sobre repasses e relatórios. Integrações com software de gestão permitem conciliação e registro por profissional e por paciente, reduzindo discrepâncias de caixa.
Há diferença operacional entre consultório médico e clínico odontológico: tratamentos parcelo mais frequentemente; operadoras permitem dividir valores conforme política. Fornecedores no setor incluem PagSeguro, Stone, InfinitePay, Mercado Pago e SumUp. Para detalhes sobre soluções focadas em clínicas, consulte Saúde Service.
Por que a maquininha é essencial para clínicas e consultórios no Brasil hoje
Movimentações com cartão têm mudado a rotina financeira das clínicas brasileiras. Em 2022, cartões movimentaram R$ 3,31 trilhões no país, dado que indica crescimento do uso como forma de pagamento.
Crescimento do uso de cartões e impacto no faturamento
- A expansão do mercado exige aceitação de meios eletrônicos para preservar faturamento frente ao comportamento dos pacientes.
- Opções como débito, crédito à vista e parcelado, além de NFC, aumentam a captura de receitas em estabelecimentos com ticket médio variável.
- A disponibilidade de parcelamento reduz cancelamentos de tratamentos por limitação de liquidez do paciente.
Preferência dos pacientes por crédito, débito e pagamento por aproximação
Estudos setoriais mostram preferência por crédito e débito em compras de maior valor e adoção crescente de pagamento por aproximação.
A padronização do processo de cobrança facilita a gestão financeira e a conciliação diária. Taxas variam por forma de pagamento e prazo de recebimento, com impacto direto na margem; esses detalhes serão abordados nas seções sobre custos.
Para comparativos e soluções específicas, veja análise de maquininha para dentistas.
Como a maquininha funciona no dia a dia da clínica
Cada operação inicia com a captura do cartão: inserção do chip, leitura da tarja magnética ou aproximação por NFC. O terminal envia dados para autenticação e recebe autorização da emissora.
Após autorização, a transação é registrada e gera um recebível. A liquidação pode ocorrer com saldo na hora, em 14 dias ou em 30 dias, conforme contrato, e a taxa varia segundo o prazo.
Do cartão ao repasse: etapas da transação e conciliação
Passos principais: captura, autenticação, autorização, confirmação no terminal e emissão do comprovante. A conciliação reúne as transações do dia e confere com o extrato do adquirente.
Prazos de recebimento e previsibilidade do fluxo de caixa
Modelos oferecem prazos fixos ou flexíveis; alguns fornecedores permitem antecipação. Escolher prazo impacta fluxo de caixa e custo financeiro.
Tecnologias aceitas: bandeiras, NFC e links de pagamento
Aceitação ampla de bandeiras, NFC e geração de links permite vendas presenciais e remotas. Integração com sistema melhora o controle, automatiza relatórios por paciente e reduz divergências entre caixa e extrato.
Critérios de escolha com foco em gestão financeira e fluxo de caixa
Comparar taxas e prazos de liquidação permite projetar o valor líquido a receber por procedimento.
Componentes do custo total incluem:
- taxas por débito, crédito à vista e parcelado;
- custo de antecipação de recebíveis;
- mensalidades e variação por prazo de liquidação.
Exemplos práticos: Stone apresenta média de 1,25% débito; 3,11% crédito à vista; 5,41% parcelado. PagSeguro tem crédito à vista a partir de 3,19% e parcelado desde 3,79%. InfinitePay indica 0,75% débito; 2,69% crédito; 3,94% parcelado (variações conforme parcelas).
Prazos na prática (na hora, 14 dias, 30 dias) alteram o caixa disponível em dias e a margem. Antecipação reduz o prazo, porém aumenta a taxa efetiva; recomenda-se uso pontual para necessidades de curto prazo.
Atendimento e suporte técnico influenciam a previsibilidade operacional. Modelos como Stone S920 (2G/3G/4G/Wi‑Fi), PagSeguro (touchscreen/teclado) e InfiniteSmart (requisitos de CNPJ) têm perfis distintos.
Valide compatibilidade com o sistema de gestão e monitore taxas por bandeira e parcela para ajustar a gestão financeira da clínica.
Panorama do mercado: opções de maquininhas para saúde e suas vantagens
Há diversidade de equipamentos disponíveis para captura de pagamentos em serviços de saúde. A oferta varia por conectividade, exigência jurídica e estrutura de taxas.
PagSeguro apresenta modelos touchscreen (Moderninha Smart 2) com NFC e crédito à vista a partir de 3,19% e parcelado desde 3,79%. Há versões com teclado físico que não exigem CNPJ.
Stone
Stone S920 e Ton permitem negociação de taxas. Referência prática: ~1,25% débito; 3,11% crédito à vista; 5,41% parcelado. Contratação costuma requerer CNPJ e conectividade 2G/3G/4G/Wi‑Fi.
InfinitePay / InfiniteSmart
Oferecem taxas agressivas de referência: 0,75% débito; 2,69% crédito; 3,94% parcelado. Escalonamento por número de parcelas pode ser aplicado (ex.: 3x 4,65%, 6x 6,32%). Suporte a PIX sem tarifa na maquininha e link de pagamento. Contrato voltado a CNPJ.
Mercado Pago e SumUp
Mercado Pago integra ERPs e sistemas de gestão, com variação de taxas conforme prazo de recebimento em dias. SumUp foca em modelos compactos, mobilidade e taxas de referência: débito ~1,35%-1,9%; crédito ~3,1%.
Comparar opções requer análise de taxas por débito, crédito à vista e parcelado, prazo de repasse em dias, NFC e recursos de link. Perfil do estabelecimento (PF ou CNPJ), volume de pacientes e serviços afetam elegibilidade e poder de negociação.
| Fornecedor | Taxa débito | Taxa crédito (à vista) | Funcionalidades |
|---|---|---|---|
| PagSeguro | Referência: 1,35%-1,9% | Desde 3,19% | NFC, touchscreen, versão com teclado, não exige CNPJ |
| Stone | ~1,25% (negociável) | ~3,11% (negociável) | 2G/3G/4G/Wi‑Fi, negociação, exige CNPJ |
| InfinitePay | 0,75% | 2,69% | PIX sem tarifa, link de pagamento, escalonamento por parcelas, CNPJ |
| Mercado Pago / SumUp | 1,35%-1,9% (SumUp) | ~3,1% (SumUp; Mercado Pago varia) | Integração ERPs, modelos compactos, gestão de vendas |
Integração com sistemas de gestão: o que muda na clínica e na odontologia
Integrar o terminal ao sistema de gestão transforma o registro de receitas e a rotina financeira. A sincronização registra pagamentos, concilia transações e gera relatórios por paciente e por parcela.
Benefícios da integração: conciliação, relatórios e economia de tempo
A integração permite conciliação automática e reduz erros de digitação. Isso elimina conferências manuais e libera tempo da equipe.
Relatórios consolidados oferecem controle por serviço, profissional e unidade. A qualidade dos dados contábeis melhora e divergências entre caixa e extratos diminuem.
Exemplo prático: Clinipay integrada ao Clinicorp
Clinipay + Clinicorp realiza conciliação automática, controla parcelas por paciente e emite notas fiscais dentro do sistema. Suporta parcelamento de até 21 vezes, NFC e previsão do fluxo caixa.
Outras integrações úteis e comparação
iClinic Pay e Point do Mercado Pago dispõem de documentação para integrar ERPs. Softwares como Maqplan e Smartvend automatizam lançamentos e reduzem retrabalho.
| Solução | Principais recursos | Benefício operacional |
|---|---|---|
| Clinipay + Clinicorp | Conciliação automática, NF, parcelamento 21x, NFC | Previsibilidade do fluxo, controle por paciente |
| iClinic Pay | Integração com software de gestão, taxas | Centralização de pagamentos e relatórios |
| Mercado Pago Point | Documentação API para ERPs, links | Integração com sistemas e ERPs |
| Maqplan / Smartvend | Automação de fluxo caixa e relatórios | Redução de erros e retrabalho |
Maquininha em consultórios médicos e odontológicos
A implantação começa definindo posição fixa na recepção, conectividade (Wi‑Fi, 4G ou cabo) e procedimentos padrão para cobrança. Esses itens reduzem variação operacional e permitem registro consistente por consulta.
O uso cobre débito, crédito e aproximação por NFC quando habilitada. O fluxo típico inclui seleção do serviço, confirmação do valor, pagamento pelo paciente e emissão de comprovante.


Rotina por paciente: registrar o serviço no sistema, confirmar pagamento no terminal e anexar comprovante ao prontuário financeiro. Esse procedimento mantém compliance documental e facilita auditoria.
A redução de valores em espécie aumenta a segurança operacional, pois todas as transações ficam registradas eletronicamente. Políticas internas devem definir quem opera o terminal, critérios para estorno e registro de pagamentos recusados.
Higienização: seguir protocolo clínico para aparelhos. Touchscreen e teclados físicos têm requisitos diferentes; limpar conforme orientação do fabricante e normas de controle de infecção.
A integração com o sistema da clínica reduz retrabalho e garante consistência entre o registro do paciente e os extratos das adquirentes. A adoção da maquininha cartão padroniza o fluxo diário de recebimentos e facilita auditorias.
Revisar periodicamente taxas e prazos de repasse mantém a adequação financeira da unidade. Para comparar opções e elegibilidade, consulte melhor opção para CPF.
Experiência do paciente: conveniência, segurança e aumento de conversão
Oferecer diferentes meios de pagamento altera a dinâmica da decisão do paciente no ponto de venda.
A presença de várias opções melhora a experiência e reduz a rejeição de orçamentos.
Mais opções de pagamento, parcelamento e divisão em cartões
O parcelamento permite que tratamentos de maior valor se tornem viáveis para o cliente. Um exemplo prático: um procedimento de R$ 3.000 pode ser dividido em 5 vezes, com possibilidade de repassar taxas ao paciente conforme política comercial.
Alguns fornecedores permitem divisão do total em até três cartão, conforme regras do adquirente e da operação do terminal.
Menos fricção na recepção e maior fidelização
Equipamentos com NFC e processos padronizados reduzem o tempo na recepção por hora de atendimento, especialmente em filas de espera.
Mostrar valor total e custo por parcela no visor aumenta a transparência. Comunicar condições de pagamento antes do atendimento reduz recusas e retrabalho administrativo.
Recibos eletrônicos enviados por SMS ou e‑mail agilizam a entrega de comprovantes e mantêm o registro no sistema para gestão da clínica.
| Aspecto | Impacto | Vantagens |
|---|---|---|
| Múltiplas opções | Maior taxa de conversão de orçamentos | Flexibilidade para pacientes |
| Parcelamento | Viabiliza procedimentos de maior valor | Distribuição do custo em vezes |
| Divisão em cartões | Possibilidade de pagamento parcial | Maior chance de fechamento |
| Transparência no terminal | Menos conflitos na cobrança | Segurança operacional |
Custos, taxas e precificação inteligente dos tratamentos
A composição de preço deve incluir taxas, prazos de repasse e eventuais custos de antecipação.
Estruture os componentes que afetam o valor do tratamento: tarifa por débito, tarifa por crédito à vista, tarifa por crédito parcelado e custo de antecipação quando aplicável.
Quando usar antecipação de recebíveis e seus trade-offs
A antecipação reduz o prazo de recebimento, porém aumenta o custo efetivo da transação. Use-a pontualmente para suprir necessidade imediata de capital.
Materiais setoriais recomendam comparar a taxa de antecipação com o custo de outras linhas de crédito antes de contratar.
Repasse de taxas, descontos à vista e evitar bitributação
Repasse parcial ou integral das taxas ao paciente altera o preço final e o índice de aceitação. A clínica pode oferecer desconto à vista calculado sobre a economia de taxas e prazos.
“Simuladores das adquirentes auxiliam a projetar o recebimento líquido e a precificação a cobrar.”
A integração contábil entre terminal e sistema de gestão evita bitributação. Classifique receitas e despesas de forma consistente e registre taxas como custo de transação.
Simulação prática: crédito parcelado e preço final do serviço
Exemplo de referência: serviço de R$ 3.000 em 5x na PagSeguro pode resultar em recebimento líquido de R$ 2.634,90 se a clínica absorver as taxas.
Alternativa: repassar tarifas gera preço ao paciente aproximado de R$ 3.415,00 para manter o mesmo líquido. Use simuladores das adquirentes para ajustar a tabela de tratamentos.
| Aspecto | Referência prática | Impacto na clínica |
|---|---|---|
| PagSeguro (parcelado) | Desde 3,79%; exemplo 5x resultado líquido R$ 2.634,90 | Reduz receita líquida se absorvido; pode ser repassado |
| Stone (parcelado) | Média 5,41% | Maior custo em parcelamento; revisar preço |
| InfinitePay (parcelas) | 3x 4,65% / 6x 6,32% | Escalonamento por parcela altera projeção de entradas |
Segurança, conformidade e redução de erros operacionais
Adoção de terminais eletrônicos desloca riscos físicos para um ambiente de auditoria digital. Isso reduz exposição a assaltos e furtos ao diminuir o uso de dinheiro, conforme materiais setoriais.


Segurança nas transações, redução de inadimplência e fraudes
Medidas técnicas incluem autenticação de transação, registro eletrônico e armazenamento de comprovantes. Esses registros permitem verificação posterior e suporte a contestação.
A migração de pagamentos em espécie para débito e crédito aumenta a rastreabilidade. Logs por terminal e relatórios por usuário facilitam auditorias internas e identificação de inconsistências.
Emissão de notas fiscais e integração contábil sem retrabalho
Integração entre terminal e sistema permite emissão de NF direto no sistema. Exemplos como Clinipay + Clinicorp mostram conciliação automática e controle de parcelas por paciente.
Controles por usuário limitam acesso a estornos e cancelamentos, reduzindo erros operacionais. Políticas de conferência de dados do paciente e do valor antes da transação diminuem divergências.
- Centralização dos dados facilita reconciliação com extratos das adquirentes.
- Atualizações de software corrigem vulnerabilidades e mantêm a estabilidade do sistema.
- Protocolos de segurança treinados reduzem falhas e mantêm tempos de atendimento previsíveis.
Cenários reais: porte da clínica, quantidade de máquinas e lições práticas
O dimensionamento de equipamentos segue critérios de volume de pagamentos e pontos de recepção.
Pequenos consultórios, clínicas médias e grandes: quantas maquininhas usar
Pequenos consultórios tendem a operar com 1 terminal para registrar entradas e reduzir custos fixos.
Clínicas médias costumam manter pelo menos 2 dispositivos, um por ponto de atendimento, para evitar filas.
Unidades maiores usam 3 ou mais terminais quando há múltiplas recepções ou fluxo simultâneo de pacientes.
Boas práticas na comunicação com pacientes e no controle diário
Informar antecipadamente formas de pagamento e condições de parcelamento reduz o tempo gasto no atendimento.
Planejar escalas para que cada profissional tenha acesso a um terminal evita deslocamentos e perda de ritmo.
- Fechamento diário por terminal e conferência com relatório da adquirente.
- Registrar divergências no mesmo dia para evitar acúmulo de inconsistências.
- Ajustar política de parcelamento conforme valor médio dos serviços e impacto no calendário de recebimentos.
- Manutenção preventiva e checagem de conectividade antes de horários de pico.
- Padronizar modelos de maquininha cartão entre unidades para facilitar treinamento e suporte.
“Indicadores como tempo médio de cobrança e volume por terminal orientam ajustes na quantidade de equipamentos.”
Conclusão
A adoção de terminais segue a evolução do mercado de cartões e exige decisões técnicas e financeiras.
O panorama mostra aumento do uso de cartões, variação de taxas por fornecedor, prazos diferenciados e integrações com Clinicorp/Clinipay, iClinic Pay e Point do Mercado Pago.
Funcionalidades como NFC, links e parcelamento devem alinhar-se à necessidade operacional e ao perfil dos serviços. Prazos de recebimento (na hora, 14 ou 30 dias) afetam diretamente o fluxo caixa.
Precificação deve considerar taxa por forma de pagamento e política sobre repasse ou absorção de custos. Planejamento por porte define quantidade de equipamentos e rotinas de controle.
Profissionais devem monitorar o mercado para ajustar contratos, taxas e integração com o sistema. Para comparação de opções e elegibilidade, veja análise da melhor opção para celular.
FAQ
Como funciona a maquininha em consultórios médicos e odontológicos?
A maquininha aceita cartões de crédito, débito, pagamentos por aproximação (NFC) e links via QR/Pix. O terminal captura dados da transação, envia à adquirente e recebe autorização da bandeira. Após autorização, o valor é liquidado conforme o plano contratado, sendo conciliado no sistema de gestão para registro por paciente, serviço e parcela.
Por que a maquininha é importante para clínicas e consultórios no Brasil atualmente?
O uso de cartões cresceu em termos de volume e ticket médio, impactando diretamente o faturamento. Pacientes preferem opções como crédito parcelado e débito. Aceitar múltiplas formas de pagamento reduz perdas por inadimplência e aumenta a conversão de procedimentos e tratamentos.
Quais etapas envolvem a transação, do cartão ao repasse para a clínica?
Etapas: captura dos dados no terminal, envio para adquirente, autorização pela bandeira, liquidação pela instituição financeira e repasse ao CNPJ do estabelecimento. Em paralelo, o sistema de gestão concilia transações com agendamentos e recebimentos aguardados.
Qual é o prazo de recebimento e como isso afeta o fluxo de caixa?
Prazos variam por forma de pagamento e contrato: débito costuma liquidar em 1 a 2 dias úteis; crédito à vista em 30 dias ou conforme prazo da adquirente; parcelamento depende do número de parcelas e condições. Prazo curto melhora previsibilidade do fluxo de caixa; antecipação reduz tempo de recebimento mediante custo.
Quais tecnologias de pagamento são aceitas pelos terminais modernos?
Terminais aceitam bandeiras de cartão nacionais e internacionais, NFC para pagamento por aproximação, QR Code para links de pagamento e integração com Pix. Compatibilidade depende do modelo e da adquirente contratada.
Quais critérios financeiros devem orientar a escolha do equipamento para uma clínica?
Avalie taxas de desconto por forma de pagamento, custo do equipamento ou aluguel, prazo de liquidação, opções de antecipação, custo de manutenção e integração com o sistema de gestão. Compare impacto no fluxo de caixa e margem operacional do serviço.
Como as taxas e comissões influenciam o preço final dos tratamentos?
Taxas reduzem a receita líquida por transação. Para crédito parcelado, a soma de comissões e custo financeiro altera o preço final. Estratégias incluem repassar parte da taxa ao paciente, oferecer desconto à vista ou absorver custo conforme posicionamento comercial.
Quando vale a pena usar antecipação de recebíveis?
Antecipação pode ser vantajosa para necessidades imediatas de caixa, como compra de insumos ou pagamento de folha. O trade-off é o custo da operação; compare taxa de antecipação com custo de oportunidade e impacto na margem do período.
Como ocorre a conciliação entre terminal de pagamento e sistema de gestão da clínica?
Integração via API ou arquivo de remessa/retorno permite importar transações, associar pagamentos a pacientes e gerar lançamentos contábeis. A conciliação automatizada reduz erros manuais, facilita estorno e controle de parcelas.
Quais integrações são relevantes para consultórios e clínicas?
Integrações comuns: sistemas de gestão clínica (prontuário e faturamento), ERPs contábeis, plataformas de cobrança e gateways de pagamento que suportam Pix, links e conciliação automática por CNPJ.
Quais diferenças entre ofertas de mercado como PagSeguro, Stone, InfinitePay, Mercado Pago e SumUp?
Diferenças incluem modelo de taxa (fixa ou variável), prazo de liquidação, suporte técnico, conectividade (2G, 4G, Wi‑Fi), oferta de antecipação e integração com ERPs. Escolha deve considerar volume de transações, ticket médio e necessidade de integração.
Quantas máquinas são recomendadas conforme o porte da clínica?
Recomendação depende do fluxo de atendimento: pequenos consultórios frequentemente usam 1 terminal; clínicas médias, 2 a 3 para reduzir filas e separar salas; grandes redes utilizam terminais por sala e integração centralizada para conciliação em lote.
Quais boas práticas na comunicação com pacientes sobre pagamento?
Informe formas de pagamento disponíveis no agendamento e no website; deixe opções claras na recepção; ofereça comprovante fiscal; explique parcelamento e eventuais encargos. Registro claro reduz disputas e melhora controle diário.
Como a aceitação de cartões impacta a experiência do paciente?
Disponibilizar múltiplas formas de pagamento reduz atrito na recepção, possibilita parcelamento para tratamentos de maior valor e acelera o atendimento por links ou pagamentos por aproximação. Isso pode aumentar a taxa de conversão de procedimentos.
Como minimizar erros operacionais e fraudes nas transações?
Adote terminais com certificação PCI, treine equipe para verificação de identidade, implemente conciliação diária e configure alertas de transações suspeitas. Emissão eletrônica de notas fiscais e integração contábil reduzem retrabalho.
É recomendável repassar taxas ao paciente ou absorvê-las na clínica?
A decisão depende da estratégia de precificação e da sensibilidade do mercado. Repasse parcial ou total pode reduzir margem negativa, enquanto absorver pode ser usado para competitividade. Em ambos os casos, registre política por escrito e comunique no ponto de venda.
Como simular o custo de crédito parcelado para definir preço final do serviço?
Calcule a taxa aplicada pela adquirente por parcela, some ao custo operacional da clínica e ao imposto incidente. A partir desse custo total, determine o preço que preserve a margem desejada ou informe o custo ao paciente em opções de pagamento.
Quais erros comuns na operação de terminais que afetam o caixa?
Erros comuns: lançamentos duplicados, falta de conciliação diária, configurações erradas de antecipação, não registro de estornos e uso de terminais sem integração. Processos de controle e revisão periódica evitam perdas.


















